Warning: fopen() has been disabled for security reasons in /home/storage/0/3f/f3/maybe/public_html/blog/wp-includes/pomo/streams.php on line 109
Maybe Not » O novo (velho) discurso
Por uma relação mais verdadeira no espetáculo do futebol
10 de May de 2012 – 14:04 | 4 Comentários

Nada contra o merchandising, longe disso. Mas acho que a Brahma poderia explorar de maneira muito menos grotesca do que essa. Estampar a logomarca na bandeira estendida pela torcida de forma a chamar mais à …

Leia todo o texto »
Cultura

Economia

Mídia

Política

Tecnologia

Home » Economia, Mídia, Política

O novo (velho) discurso

Submitted by Diogo on 4 de October de 2007 – 12:40No Comment

Voltam-se os canhões contra a proposta de contratação de mais servidores públicos federais. Com o título de “A ineficiência do setor público brasileiro”, Everardo Maciel (Ex-Receita Federal) escreve e Noblat destaca em seu blog o grande erro de Lula, chamando o presidente de algo abaixo do rudimentar.

Com o velho discurso apontado para a classe média cita que as greves dos servidores provoca aumentos sem lógica, sem desempenho de qualidade, que oneram o estado, gerando impostos exorbitantes sem parâmetros com os outros emergentes, atravacando o sucesso brasileiro.

Eles devem pensar que se estivesse no governo o PSDB e com essa facilidade mundial, o Brasil já teria superado a França como potência. Seríamos uma Inglaterra!

Tentaram isso nos anos 90. E o que se mostrou? Que o mercado provoca aumentos sem lógica, manipulando os preços, agindo como cartel. E o Serviço Público para fiscalizar isso é inoperante. Por falta de pessoal e treinamento. O comércio repassa tudo o que pode dos impostos para o consumidor. O comércio escracha o serviço público.

O caso da Light do Rio de Janeiro, por exemplo, foi comprada por um grupo francês e americano por R$2,2 bi em 1996. O grupo entrou, fez a re-engenharia, terceirizou vários serviços, demitiu a malta. Os serviços pioraram, veio a crise cambial. O grupo se endivida com o BNDES (uma mãe nessa época). O americano abandona o francês sozinho em 2000. Quando finda a concessão em 2006, ele vende a Light para um grupo brasileiro. Abandona, assim como o consumidor ficou abandonado. Os serviços de energia são campeões em reclamação. Recentemente desligaram a luz até em casa de pessoas com serviço médico. (ela morreu)

As agências criadas para regulamentar este jogo de estado mínimo, foram feitas para atender ao comércio. A ANATEL citada no texto permitiu aumentos exorbitantes. Passaram a cobrar mais pelos pulsos, os nossos, e cobrança de assinatura. É o modelo brasileiro de capitalismo liberal. Os professores de Harvard e Oxford ficam satisfeitos, queriam fazer isso lá, mas um estado com o mínimo de sentimento de cidadania não deixa.

A questão brasileira tem que passar por esse processo, qualificar o estado com treinamento, tratar todos de forma universal, para então sentarmos em uma praça, sem medo de sofrer algum ato violento. Um melhor serviço público presente e atuante em todas as partes do Brasil é a melhor resposta para apaziguarmos este país. Em todos os setores. Isso onera? Sempre. A questão é: quer pagar quanto?

E pelo quê?

Leave your response!

Add your comment below, or trackback from your own site. You can also subscribe to these comments via RSS.

Be nice. Keep it clean. Stay on topic. No spam.

You can use these tags:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

This is a Gravatar-enabled weblog. To get your own globally-recognized-avatar, please register at Gravatar.